"A arte do autodidacta do Porto, Hazul, é uma mistura bem condimentada. Apresenta um bestiário interessante: serpentes que parecem pássaros do paraíso, figuras proto-xamânicas, seres de outra galáxia e de outra dimensão. Influências orientais ou de civilizações mais recônditas, parecem ter inspirado Hazul. Corações, muitos corações, nossas senhoras, todo um imaginário que nos remete para o nosso Portugal tradicional. Nesta criação urbana surgem de forma inesperada imagens quase simbólicas que nos fazem lembrar uma tradição gótica ou românica, herméticas, fortes e bem marcantes."
(Walk&Talk 2012)

"From Oporto, Hazul self-tought art is a well-organized mixture. He shares with us interesting bestiary: snakes resembling birds from paradise, proto shamanic figures, beings from another galaxy and dimension. Oriental influences or remote civilizations seem to have inspired Hazul. Hearts, many hearts, Holly Marie's, a whole imaginary that takes us back to tradicional Portugal. In this urban creation, unexpectedly, symbolic images arise that remind us a Romanesque or gothic tradition, hermetic, strong and well marked."
(Walk&Talk 2012)