HAZUL

About

Hazul (1981), artista autodidata, tem o Porto como berço e as suas velhas ruas como cenário de crescimento artístico. As primeiras intervenções no espaço público surgem em 1997 sob o pseudónimo de Pong 02, época em que descobre o movimento Hip Hop e mais específicamente o graffiti. O desenho de letras foi o grande foco durante alguns anos mas o tempo levou-o a explorar outros caminhos. A partir de 2008, após consolidar a linguagem e estabelecer um rumo objectivo para a sua obra, assume o nome actual de Hazul. As criações surgem agora com uma dimensão mais onírica e simbólica, onde a relação entre o orgânico e o geométrico, entre seres e objetos ou entre o material e o etéreo é recorrentemente abordada. As linhas fortes fazem com que o desenho sobressaia sobre manchas ordenadas e por vezes flutuantes. Notam-se influências da arte primitiva, das antigas civilizações ou de povos tribais, resultando numa linguagem universal e intemporal. O seu trabalho continua a ter a rua como ce nário principal, mantendo esse constante diálogo entre o mundo contemporâneo e o ancestral. Além das paredes usa também telas, papéis e objectos encontrados como meios para se expressar. Do seu currículo fazem parte várias participações em eventos e exposições.

Hazul (1981), a self-taught artist, has Porto as its cradle and its old streets as a backdrop for artistic growth. The first interventions in public spaces happened in 1997 under the pseudonym of Pong 02, a time in which he discovers the movement Hip-Hop and more specifically the graffiti. The drawing of letters was the main focus for a few years but with time he started exploring other paths. From 2008, after consolidating a language and establishing an objective course forhis work, he assumes the present name of Hazul. Creations now appear with a more symbolic and dreamlike dimension, where the relationship between the organic and the geometric, between beings and objects, or between the material and the ethereal is discussed. The strong lines make the design stand out on orderly and sometimes floating patches. There are influences of primitive art, of ancient civilizations or tribal peoples, resulting in an universal and timeless language and expression. His work continues to have the street as the main scenario, keeping this constant dialogue between the contemporary and the ancestor worlds. Beyond the walls Hazul uses also canvas, papers and found objects as means to express himself. Several events and exhibitions are also part of his curriculum.